O MAPI apresenta um curta-metragem realizado com inteligência artificial no Fórum Internacional “Los museos en el medio 2025”
No âmbito do Fórum Internacional “Los museos en el medio 2025”, organizado por Amigos del Museo Nacional de Bellas Artes, o MAPI apresentou um curta-metragem criado integralmente com ferramentas de inteligência artificial, desenvolvido pela designer Valentina Golubei.
A peça foi apresentada na mesa Transmídia, moderada por Natalia Ginzburg, onde foram abordadas as diferentes formas pelas quais os museus experimentam, comunicam e expandem suas narrativas em um contexto cada vez mais híbrido e digital.
➜ Um percurso pela inovação do MAPI
O curta-metragem propõe um olhar poético e minimalista sobre a trajetória do MAPI entre 2011 e 2020, uma década marcada pela incorporação de tecnologias e novas formas de mediação cultural. Por meio de diferentes marcos, a peça percorre projetos que transformaram a experiência museística:
•A incorporação de audioguias com realidade aumentada, que permitiram ativar o relato das peças.
•O desenvolvimento do muXeO e a criação com XO, promovendo a participação ativa dos visitantes.
•O videogame TUKANO, que aproximou o patrimônio de novos públicos a partir da linguagem lúdica.
•A expansão digital do museu por meio do Google Art Project e de visitas 360°.
•O trabalho em arqueomusicologia, que permitiu recuperar sons do passado a partir de estudos tomográficos.
•Tecnologia como meio, não como fim
Longe de propor a tecnologia como um objetivo em si mesmo, o curta-metragem evidencia uma linha de trabalho sustentada do museu: utilizar ferramentas digitais para resolver problemas concretos, ampliar o acesso, explorar novas linguagens e gerar vínculos contemporâneos com o patrimônio.
➜ Um museu em chave transmídia
Atualmente, o MAPI continua desenvolvendo seu trabalho como um ecossistema transmídia, integrando patrimônio, ciência, design e criatividade para expandir seu alcance além do espaço físico. Este curta-metragem se apresenta como uma síntese desse percurso: uma forma de narrar como a memória institucional se projeta para o futuro por meio de novas ferramentas e formatos.
